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    23/03/2020 11h42 - Atualizado em 23/03/2020

    Opinião: Deus abençoe!

    É muito comum no dia a dia formularmos uns aos outros a expressão “Deus abençoe!” E se fica nisso e por isso mesmo. Gesto mecânico, como se fora um “bom dia”, um “olá, como vai”, sem se preocupar com a extensão do cumprimento e saudação. E sequer paramos para pensar e analisar o significado da manifestação. 

     

    Quão lindo e profundo o enunciado!


    Não só a invocação de Deus que conta. Quando se diz “Deus abençoe”, não se está  transferindo ao outro a benção, pura e simplesmente. É mais forte e relevante.

     

    Afinal, a primeira pessoa a ser abençoada é quem exprime a benção, quem se dispõe a abençoar o outro.


    Quando se destina a benção ao irmão de jornada, ao próximo, num processo de benéfica propagação, a supremacia do bem naturalmente acontece.


    E o efeito, além de catalisador ou dinâmico, também é fator de multiplicação. Como insculpido na ciência, dá-se a “o aumento da velocidade de uma reação”. Em decorrência, o primeiro grande abençoado, por excelência, é quem abençoa!


    A benção em si não se explica em palavras vazias e não volta sem um produto verificador. Assim como aquele que tudo nos confere na mais absoluta forma harmônica, na qual reina unidade na diversidade. Daí sua importância no cenário do cotidiano, quer seja entre parentes, amigos, colegas e desconhecidos. Não importa quem dele participe.


    E daí, inicia-se no berço familiar, célula mater, primeiro contato social da criança, mesmo porque a benção em si é uma solene práxis – um desempenho. E maravilhoso. Por isso mesmo, bem acima da postura crítico-reflexiva, é diligência de amor.


    Então não se pode traduzir e resumir a benção numa frase usual, comum, impensada, teatral. Jamais!


    O “Deus abençoe” tem que brotar da alma e frutificar-se em atos para a consolidação da paz, prosperidade e bem-estar da união dos povos.


    E vai além das fases de nossas vidas, atingindo dinastias, diferentes povos, culturas, credos, etnias, nações. O mundo todo, em toda a sua abrangência.

     

    Todos somos filhos de Deus, o Criador. Portanto, irmãos da natureza, das montanhas e árvores; pássaros, rios, lagos, mares, oceanos.


    Estamos todos aqui, a uma só voz, monoliticamente, um todo inseparável, vivendo e respirando o mesmo ar, sob os impactos surpreendentes da atomização da vida!


    A benção, pois, está delineada na profecia das estrelas, nas quais os homens nelas estão irmanados na santificação para o bem maior, rumo às ribeiras da eternidade.


    Longe de ser pregador, nem mesmo de tachinhas em quadros de avisos de repartição pública, absolutamente, não sou. Mas a vontade é essa: transferir a todos os povos um “Deus abençoe” de verdade. O momento e a situação atual me impelem a fazê-lo.


    Quem me dera fosse um ferrenho e aplicado discípulo de  Paulo para a evangelização dos gentios, ou, nas margens da proximidade do tempo, de um Billy Graham (William Franklin “Billy Graham Jr. – Pastor e pregador batista norte-americano, 07-11–1918/21–02-2018).


    Poucos sabem. Não obstante tenha sido o pregador que mais pregou o Evangelho do que qualquer outro da história, com fama e status de celebridade, segundo o pastor, teólogo e escritor Joseph Mattera (‘in’ “Ensinamentos do Veterano Evangelista”), “Billy viveu uma vida simples, evitou estilo de vida luxuoso, tinha uma casa modesta, vivia de seu salário igualmente modesto. E não só pregou ao povão, mas também aos poderosos”.


    Pontua Mattera: “Billy foi pastor/amigo de praticamente todos os presidentes dos Estados Unidos nas últimas quatro décadas, e de outros chefes de Estado”. Assim como apóstolo Paulo, abençoou gerações e gerações com seus admiráveis sermões.


    Deus abençoe o irmão! É o que ora faço. E a paz esteja sempre contigo, nesse momento tão difícil em que nos encontramos, diante desse mal terrível, do qual não se sabe o perigo e a feiúra, que é o Coronavírus – a Covid-19, moléstia viral que vem nos tirar a paz e incutir medo em nossos pulmões e corações.


    Minha irmã Maria do Carmo (Carminha), poucos minutos antes de completar mais um ano de vida, perto da meia-noite do dia 20 de março, me envia um vídeo no qual um cidadão de São Paulo se junta a outros tantos e, da sacada do prédio onde mora, entoa a canção “Porque Ele vive”. O espetáculo só não é mais surpreendente dado o momento em que vivemos.


    Que mensagem! “E porque Ele vive, posso crer no amanhã. Louvor que Deus colocou na vida do casal Bill e Gloria Gaither no fim dos anos 60, durante a Guerra do Vietnã, muitas turbulências familiares, quando do nascimento do terceiro filho Benjamin (Título original: ‘Because He lives’).


    Lembrou-me Paulo e Silas, ambos lançados no cárcere. Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus; os outros presos os ouviam. De repente, houve um terremoto tão violento que os alicerces da prisão foram abalados.


    Qualquer semelhança não seja mera coincidência. Deus abençoe a todos, e se apiede da humanidade nesses dias de tribulações.  

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