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    23/03/2020 10h22 - Atualizado em 23/03/2020

    Inverno gelado

    Bloco de Moda

    Como todo o resto do pais, o coronavírus está mexendo profundamente com o circuito fashion. Além de cancelar as duas principais iniciativas do setor marcadas para abril (a São Paulo Fashion Week e a Minas Trend), também refletiu nas vendas de lançamentos do inverno 2020, em pronta-entrega, e está atrasando a chegada das roupas invernais nas lojas de todo o país.


    Quanto às vendas nas prontas-entregas por atacado (que é o forte da moda feita em Minas), os problemas já haviam começado com o Carnaval - ocorrido no pior momento do calendário para quem vende moda no atacado. Quando a brisa suave de inverno começava a soprar, veio a onda do coronavírus. E congelou as esperanças.


    Agora, as confecções estudam modos de minimizar o efeito na produção (incluindo reescalonamento do pessoal que trabalha ali) e, também, como amenizar os efeitos terríveis no baixo faturamento das empresas & marcas. Resta-nos torcer para que essa onda passe logo.

     

    VAIVÉM

     

    HOME OFFICE - Com a turma trabalhando mais em casa, o chamado ‘home office’, a moda que aparece acima da linha de mesa ganhou força. Como nas transmissões via internet só aparece metade do corpo, capricham na camisaria. Neste aspecto, as fashionistas foram contempladas com a tendência dos ombros enormes voltando para a moda, como nos anos 1980, mostradas nas coleções invernais da Europa – mês passado. Só que maiores ainda.


    SINDINOVA - A suspensão de eventos de moda em razão do coronavirus não ficou apenas com a Minas Trend e São Paulo Fashion Week. A feira de calçados de Nova Serrana, programada pelo Sindinova para a semana passada, foi adiada para o mês de agosto. Com vários estandes vendidos e compradores programados, indicava sucesso – como outras já realizadas ali.

     

    PONTO FINAL

     

    Uma pesquisa feita pela Abit (Associação Brasileira da Industria Textil), na semana passada, indicou que cerca de 51% das empresas do segmentos têxtil & confecção já sentem efeitos do vírus. Entre esses, 63% tiveram seus pedidos cancelados ou adiados e 56% contaram com alteração nos custos dos insumos. A maior parte das empresas (93%) já tomou medidas de prevenção contra o coronavírus. Entre as principais ações estão a adoção de home office por parte da equipe, distribuição de álcool em gel, luvas e máscaras, horário flexível, informativos, cancelamento de viagens ao exterior, entre outras.
     

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