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    27/02/2020 10h54 - Atualizado em 27/02/2020

    Do Leitor: Um alimento fundamental!

    Poucas coisas, nos dias de hoje, são tão importantes, significativas e necessárias como é a informação! Ela nos orienta, constrói e destrói também, dependendo da forma como nos chega! Vivemos em um momento em que o excesso dela quase nos afoga, o que nos leva a ter que distinguir qual delas é a mais importante para o momento e, em especial, saber digeri-la, o que nem sempre é fácil devido a constantes urgências a que estamos submetidos!


    Talvez, o mais importante de tudo, no universo da informação, seja a fonte de onde ela venha. Ela certifica a veracidade de sua existência solidificando a crença do que esta sendo comunicado em determinado contexto!


    No caso dos jornalistas, a Constituição Federal de 1988, concede, a esses profissionais, o direito ao resguardo da fonte, o que só os prejudica, pois, uma vez que sem saber a origem das mesmas, não temos o porquê de ouvi-las, pois são muitas as informações que nos chegam todos os dias!


    As informações são fundamentais para a construção de decisões! Essas precisam ser confiáveis, para que possam proporcionar o efeito necessário. Vejamos, por analogia, por exemplo: no ato de realização de uma cirurgia, dificilmente os profissionais tomam ações sem que essas sejam conferenciadas com outros profissionais da área médica o que proporciona segurança no encontro da solução do problema tratado.


    Estamos vivento um momento delicado, da nossa jovem democracia. Um jornalista americano tem vindo a publicar informações oficiosas vindas de diálogos entre autoridades brasileiras que tratam de assuntos delicados da nossa vida nacional, envolvendo bandidos de alta periculosidade. Ele ainda se acha no direito de exigir o resguardo de suas ações criminosas, a fim de não prejudicar os bandidos na hora de terem de acertar as contas com a justiça Nacional.


    As gravações publicadas demonstram profissionais responsáveis dialogando entre si, se organizando, a fim de ver como devem tratar determinados assuntos dentro dos protocolos vigentes.
    Será que um jornalista brasileiro, nos Estados Unidos, poderia agir assim, profissionalmente, como este que se encontra aqui? O que será que aconteceria se um profissional de jornalismo promovesse escutas clandestinas, ilegais e imorais de telefones, de políticos americanos, divulgando diálogos de juízes para se edificar junto a um partido político?


    A isso, chamamos Democracia?


    Cícero Carlos Maia – Brasília/DF

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