• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

       
    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    30/12/2019 08h55 - Atualizado em 30/12/2019

    Entre Prosas: Carlos Renato Lima Reis, o Renatinho Ourives, prefeito de Passos

    O prefeito de Passos, Carlos Renato Lima Reis, o Renatinho Ourives (PSD), considera que ainda é cedo para considerar-se candidato à reeleição no processo eleitoral do próximo ano. Ele revela, também, que poderá continuar no seu atual partido, o PSD, mas vem recebendo convite de outras legendas e informa que ainda não decidiu a respeito. Mesmo tendo sido eleito com uma forte coligação partidária que lhe proporcionou uma bancada de maioria na Câmara, o prefeito acabou tendo dificuldades com os vereadores do próprio partido, argumentando que esse desgaste político faz parte de qualquer governo. “Tenho certeza que nos momentos apropriados, projetos de grande relevância serão devidamente aprovados pelos vereadores”, afirmou.


    Ao fazer um balanço dos seus três anos de mandato, o prefeito de Passos considera que um de seus maiores feitos foi a recuperação da credibilidade da administração. “Só de pensar que recebi a administração há três anos sem sequer ter uma CND atualizada, débito de mais de R$30 milhões com o INSS, uma montanha de precatórios sem pagar, e hoje vejo que saneamos as contas, os fornecedores estão recebendo em dia, o funcionalismo está rigorosamente em dia, os serviços essenciais sendo prestados com ótima qualidade...”
     

    Folha da Manhã - Mesmo com as dificuldades financeiras comuns a quase todos os municípios brasileiros, o senhor faz um balanço positivo do ano que passou? Quais foram os principais destaques nessa avaliação?

     

    Renatinho Ourives - Eu destaco a recuperação da credibilidade do nosso Município, só de pensar que recebi a administração há três anos sem sequer ter uma CND atualizada, débito de mais de 30 milhões com o INSS, uma montanha de precatórios sem pagar, e hoje vejo que saneamos as contas, os fornecedores estão recebendo em dia, o funcionalismo está rigorosamente em dia, os serviços essenciais sendo prestados com ótima qualidade, exemplo disso é a nossa educação municipal uma das mais bem avaliadas nacionalmente, basta ver o prêmio que recebemos do Sebrae. Evoluímos bastante em vários segmentos, como na educação infantil construímos 3 Cemeis, na saúde foi um PSF e a reforma do CSU ao lado da UPA, abertura da Avenida José Caetano de Andrade, retomamos a obra do canal auxiliar ao lado do Polivalente, na segurança avançamos na iluminação pública. Me orgulho muito do nosso trabalho em favor da nossa população.

     

    Folha – Qual a expectativa que o cidadão passense pode ter com a administração em 2020? Quais as prioridades para os próximos 12 meses?

     

    Renatinho - Que o trabalho duro irá continuar, continuaremos as melhorias na iluminação pública, este ano para você ter uma ideia, já trocamos mais de 6 mil lâmpadas dos postes que recebemos da Cemig, e umas das obras que iremos começar agora em janeiro será a reforma e ampliação da policlínica São Lucas, vamos reformar os PSF’s, vou iluminar a Avenida Sabiá e fazer também as obras previstas no Finisa.


    Folha – Na mais recente pesquisa F5 Atualiza Dados/Folha, o senhor teve uma avaliação bem negativa junto ao eleitorado. Como o senhor recebeu essa avaliação?

     

    Renatinho - Recebo com serenidade, naturalmente o prefeito da cidade é responsabilizado por todas as adversidades, sejam elas as históricas ou as recentes, nossa missão é atender a comunidade e isso é observado pela avaliação da administração do nosso governo. O julgamento popular é natural a qualquer político, principalmente aqueles que lutam pelos cidadãos e cidadãs de bem. É o que gosto de fazer: penso no bem comum.

     

    Folha – O senhor tem a autorização do Legislativo para aquele financiamento da CEF, em torno de R$ 17 milhões. Esses recursos serão suficientes para todas aquelas obras relacionadas no projeto enviado ao legislativo?

     

    Renatinho - Serão sim, e olha, se a Câmara tivesse aprovado esse projeto quando encaminhamos pela primeira vez, a cidade hoje seria um canteiro de obras, vamos recuperar e asfaltar as ruas previstas e vamos aplicar 400 mil reais na modernização administrativa, o Finisa será um divisor no desenvolvimento da nossa cidade.

     

    Folha – O senhor foi criticado, até por aliados, pelo processo de substituição dos terceirizados, com a contratação de uma empresa que estaria custando mais caro para a administração. As críticas procedem? O cidadão tem recebido um melhor serviço/atendimento?

     

    Renatinho - Espera aí, é bom deixar claro que duas dessas substituições ocorreram em razão da operação Sacripanta, de processos licitatórios que não foram feitos pela minha administração. Quando optamos em contratar a MGS foi principalmente pela forma de contratação que essa empresa pública fez para preencher as vagas, o processo seletivo foi limpo e transparente como nunca foi feito antes nessa cidade, às vezes, as críticas surgiram por causa disso, alguns não estão preparados para as mudanças que a sociedade exige.

     

    Folha – De uma coligação que lhe dava uma folgada maioria na Câmara, o senhor chega ao último ano de mandato com defecções dentro do seu próprio partido e está com minoria na Casa. O que foi que deu errado nessa convivência?

     

    Renatinho - Desgaste político faz parte de qualquer governo. Mas aqueles que sempre foram companheiros, jamais me abandonaram. Minha consciência está tranquila porque todos os projetos que foram encaminhados à Câmara visaram estabelecer maior equidade entre a população passense. Infelizmente não houve esse entendimento. Mas tenho certeza que nos momentos apropriados, projetos de grande relevância serão devidamente aprovados pelos vereadores.


    Folha – Também nas secretarias municipais foram verificadas muitas mudanças – nos últimos anos o senhor foi o prefeito que mais fez mudanças no secretariado. Por quê?

     

    Renatinho - As mudanças quando ocorrem são pontuais, a dinâmica de uma administração faz com que isso ocorra. Hoje eu não tenho nenhum secretário indicado por nenhum partido político, são indicações técnicas e pessoais, agradeço a todos que por um período nos auxiliaram, o que sei é que com absoluta certeza, fui o prefeito que mais enfrentou dificuldades com a falta de repasses, tanto do governo Estadual quanto do governo Federal, e vencemos esse desafio.

     

    Folha – Como o senhor viu o resultado da CPI dos Transportes? Teme alguma consequência grave torno do andamento das apurações que serão feitas a partir do relatório aprovado na Casa?

     

    Renatinho - Com absoluta e serena tranquilidade, em nenhum momento o relatório apontou o desvio de 1 centavo que seja ou mesmo indicou alguém que tenha sido beneficiado por qualquer ato ilícito. Toda a documentação que a Câmara irá encaminhar para o MP, nós já o fizemos quando firmamos o TAC, que possibilitou a contratação da empresa que presta ótimo serviço atualmente, desde o início a minha preocupação foi com a população, e eu sabia que diminuir o valor das passagens de R$04,05 para R$03,30 iria contrariar os falsos defensores do povo, e foi por isso é que ocorreu essa ação não política, mas de politicagem.

     

    Folha – Como presidente reeleito da Ameg, o senhor vai dar prosseguimento ao processo de formação de consórcios? Quais as vantagens que isso vai trazer para os municípios associados?

     

    Renatinho - Esse reconhecimento deste trabalho de equipe que fazemos na Ameg me deixa muito feliz, essa nova fase irá fortalecer a região num todo, os benefícios serão sentidos por todos os municípios, anote o que estou te dizendo, a nossa região será referência para todo o Estado de Minas Gerais. A formação de consórcios é um caminho sem volta. Quando vários municípios se juntam, para fazer suas compras de bens e serviços, num processo único, todos ganham. As vantagens estão na redução significativa de custos para todos, cujas necessidades regionais são bastante semelhantes.

     

    Folha – Nos próximos meses começa a mobilização dos partidos em torno da campanha eleitoral de 2020. O senhor reafirma a sua condição de candidato à reeleição? Vai continuar no PSD?

     

    Renatinho - Posso dizer que ainda está cedo para me posicionar acerca de tentativa de reeleição. Digo também que é um processo natural, onde poderemos ter muitos ou poucos candidatos. Sobre continuar no partido, tudo dependerá de vários fatores políticos, houveram convites de outros partidos também, ainda não me decidi a respeito e no momento adequado manifestarei minha posição.

     

    Folha – Ainda sobre o processo eleitoral, o que o senhor espera da campanha do próximo ano, quando certamente as críticas à administração devem aumentar?

     

    Renatinho - Espero que o processo eleitoral transcorra de maneira limpa, adequada aos tempos atuais, sem os desgastes éticos que normalmente se repetem em nossa cidade. Como já disse anteriormente, críticas só recebem aqueles que trabalham, todos que me conhecem sabem que faço as coisas com muita honestidade, transparência e exijo isso de todos que estão à minha volta, quem irá julgar o nosso trabalho, será a história e o povo de Passos.

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2020 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus